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2 de jan. de 2014

Desinteresse comum


Não sei você, mas eu sou uma apaixonada pela vida. Suas cores, aquarelas, sintonias e sinfonias me cativam diariamente. Eu vivo pelas minhas paixões, tão triviais às vezes, mas tão essenciais sempre. Tenho paixão pela música, pela dança, pela fotografia e pela arte, talvez tenha sido artista em outra vida.

Vejo cores quase sempre, eles fazem tudo parecer valer a pena. O segredo disso é que eu acredito no amanhã, mas também acredito em fadas e duendes, então, acho que não conta muito não é verdade? Mas, me diga você, que graça teria, se tudo fosse sóbrio? Imaginação é a chave mágica pra fazer as coisas acontecerem... 
Mas e quando você insiste em ter um bloqueio criativo? Aí meu caro, aparece aquele desinteresse comum, aquela vontade de não fazer nada, aquela sensação de que você é um vegetal, aquela monotonia barata que se instala aos domingos em que você não teve nada melhor pra fazer, a não ser ficar em casa no sofá, assistindo um programa qualquer. Aí você pega um pote de sorvete e quando se dá conta comeu o pote inteiro, mas ainda está com fome. 


Quer saber? Isso não é fome, é tédio e se você continua aí sem fazer nada ele não vai passar. Mas, algumas vezes, encontrar motivação em coisas que parecem vazias não é nada fácil, então aproveite que o Ano é Novo e escreva uma nova história, com mais cores e um pote de desejos, por favor. Ainda bem que esse desinteresse é passageiro.